Vagas de emprego no setor de Recursos Humanos

Confira as vagas de emprego na area de RH em diversas cidades do Brasil.

Analista De Recursos Humanos - Blumenau/SC - 16/05/2012

Assist. Depto. Pessoal R$ 1.500,00 - Guarulhos/SP - 16/05/2012

Coordenador De Recursos Humanos - Curitiba/PR - 11/05/2012

Analista De Rh R$ 3000,00 até 4000,00 - Rio de Janeiro/RJ - 11/05/2012

Analista De Rh R$ 1.700,00 - Chapecó/SC - 11/05/2012

Recrutadora - Curitiba/PR - 08/05/2012

Gerente De Treinamento E Desenvolvimento - Rio de Janeiro/RJ - 17/04/2012

Consultor Interno De Rh - Curitiba/PR - 16/04/2012

Assistente De Rh R$ 1.300,00 - Porto Alegre/RS - 11/04/2012

Supervisor (A) De Recursos Humanos R$ 2.600,00 - Colombo/PR - 02/04/2012

Gerente De Recursos Humanos - / - 23/03/2012

Analista Senior De Recursos Humanos - Rio de Janeiro/RJ - 08/03/2012

Chefe De Seção E Chefe De Crediário - Macaé/RJ - 07/03/2012

Diretor Recursos Humanos - Manaus/AM - 29/02/2012

Fonte: www.oemprego.com.br : http://oemprego.com.br/vagas-de-empregos.php?narea_interesse2=16




Como recrutar e manter profissionais talentosos na equipe

Pequenas empresas devem oferecer ao funcionário a possibilidade de aprender e se preocupar sempre com a sua motivação.

Recrutar mão de obra qualificada e conseguir manter profissionais talentosos na empresa é um desafio para negócios de todos os portes. Mas os pequenos empreendimentos enfrentam uma dificuldade adicional, já que nem sempre conseguem oferecer salários compatíveis com aqueles pagos pelas grandes empresas. Para ajudar os pequenos negócios a encontrar soluções para esse problema, o Estadão PME ouviu especialistas no tema. Confira as dicas a seguir:

Busca

Com a escassez de mão de obra qualificada no mercado, muitas empresas vão buscar talentos ainda em formação. “As universidades são um ótimo lugar para encontrar pessoas com grande potencial e conhecimento técnico”, indica Reinaldo Frascino, presidente da Associação Paulista de Gestores de Pessoas (AAPSA).  “Os estudantes não têm experiência, mas podem ser treinados para se adequarem ao ritmo da empresa.”

Aceitar indicações dos amigos e dos próprios funcionários também pode dar certo. Outra alternativa é roubar profissionais talentosos da concorrência. Mas seja como for, o melhor a fazer para garantir um bom processo de recrutamento é manter sempre o radar ligado.

“A empresa erra ao começar a buscar um profissional só quando a vaga já foi criada”, avalia Alexandre Prates, especialista em desempenho organizacional e autor de livros sobre o tema. “O ideal é ficar sempre atento e monitorar os bons profissionais do mercado para, quando surgir uma oportunidade, já saber quem chamar.”

Seleção
Para não tropeçar na hora de recrutar pessoas para trabalhar no negócio, o empresário deve antes definir o funcionário deverá fazer e o perfil que ele deve ter. “A pior coisa que pode acontecer a um profissional é ser contratado para realizar um trabalho e, na prática, descobrir que sua função será outra. Isso desmotiva qualquer um”, alerta Prates.

Ao desenhar o perfil da vaga e estipular quais os resultados que se espera daquele funcionário, as regras ficam claras desde o início. “As pessoas hoje querem ser cobradas por resultado, e não pelo tempo que dedicam ao trabalho”, analisa Prates. “Por isso, nada mais justo que comunicar logo de cara o que se espera delas.”

Treinamento
Oferecer um plano de carreira aos funcionários da empresa e investir em treinamento para que eles consigam galgar novos postos é, segundo os especialistas, a fórmula mais adequada para pequenos e médios negócios conseguirem formar uma equipe qualificada. “É uma estratégia de sobrevivência”, resume Fernando Montero da Costa, diretor da Human Brasil, empresa especializada em recrutamento e seleção. “Afinal, ao treinar seus funcionários, a pequena empresa ganha competitividade sem gastar muito”, analisa Costa.

Para o especialista, os empresários não devem apenas pagar cursos para os trabalhadores, mas também treiná-los para realizar melhor as tarefas cotidianas da empresa. “Eles precisam aprender na prática, no dia a dia. Além de eficaz, esse tipo de treinamento é também mais barato.”

Desenolvimento
A batalha ainda não está ganha. Mesmo depois de conseguir encontrar um bom profissional, conseguir contratá-lo e treiná-lo, a empresa ainda precisa trabalhar para mantê-lo motivado. Caso contrário, ele vai embora.

O primeiro passo, segundo Prates, é deixar o funcionário participar da criação das estratégias e da resolução de conflitos. “Muitos empresários, ao se depararem com um problema, ficam ansiosos e tratam logo de resolver sozinhos. Não dão chance para os funcionários participarem – e até errarem. Agindo assim, eles podem até encontrar uma solução, mas vão perder a oportunidade de fazer o empregado pensar, descobrir novas alternativas e imprimir sua marca no negócio”, avalia Prates.

Ressaltar a importância do trabalho do funcionário e destacar os resultados que ele traz para a empresa são formas de mantê-lo motivado. Reconhecimento também é fundamental. Todo mundo gosta de receber um elogio e saber que acertou. “As pequenas empresas têm uma vantagem nesse aspecto: a convivência do dono do negócio com os funcionários é maior”, observa Prates.

Retenção
Para Fernando Costa, o principal atrativo que as pequenas empresas podem oferecer ao trabalhador – e assim mantê-lo no emprego – é a oportunidade de aprender bastante. “Nos pequenos negócios, o profissional pode ter contato com diversas áreas e possui também mais poder de agir para modificar o funcionamento das coisas. E isso é bastante valorizado pelos trabalhadores modernos”, afirma.

Oferecer chance de crescimento profissional e salarial também é fundamental. Mas aí a pequena empresa esbarra em um problema: como a estrutura é enxuta, chega uma hora que não dá mais para promover o funcionário. Nesse caso, oferecer uma pequena participação societária pode ser um caminho – caso o funcionário seja realmente indispensável. “Nos escritórios de advocacia, esse modelo funciona muito bem”, pontua Costa.

Fonte: Carolina Dall’Olio, Estadão PME

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Empresa usa inteligência artificial em jogos de RH

Games simulam a vivência empresarial desde os processos operacionais até as estratégias de mercado.

Os jogos podem ser usados, por exemplo, para identificar as competências de cada candidato a uma vaga de emprego.

Uma empresa de consultoria usa técnicas de inteligência artificial em jogos que permitem mapear as competências dos profissionais.

Segundo a Arbache, empresa de educação profissional que desenvolve estes softwares desde 2005, os jogos podem ser usados para motivar, analisar ou treinar os colaboradores de uma companhia. A desenvolvedora afirma que os games simulam a vivência empresarial desde os processos operacionais até as estratégias de mercado.

Os jogos envolvem os profissionais em ambientes lúdicos onde as pessoas participam de eventos virtuais. Já as técnicas de inteligência artificial são usadas para aproximar as diversas situações às possibilidades reais. Estes treinamentos são acessados pelos colaboradores por meio de simuladores online.

Cada ação dentro do ambiente virtual gera outros eventos, que criam uma série de processos e induzem os usuários a testarem novas opções. O aprendizado ocorre a cada opção testada, de acordo com a consultoria que criou estes simuladores.

Os jogos podem ser usados, segundo a consultoria, para identificar as competências de cada candidato a uma vaga de emprego. Além disso, podem ajudar a treinar profissionais durante remanejamentos ou em casos que demandam estímulos na carreira.

A consultoria afirma que usar formatos mais próximo aos vivenciais pode ajudar o recrutador a obter a verdadeira personalidade das pessoas que participam dos processos seletivos, desprovidos dos personagens que poderiam criar durante seleções convencionais.

Fernando Arbache, diretor da empresa que desenvolveu estes games profissionais, é graduado em engenharia civil pela Universidade Federal de Juiz de Fora, é mestre em engenharia de produção pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e concluiu o doutorado em inteligência de mercado e simulação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Hoje, o diretor também é professor de Logística e Economia na Fundação Getúlio Vargas.

Segundo Arbache, as empresas começam a demonstrar interesse pelo uso da inteligência artificial em seleções para uma vaga de emprego, mesmo que ainda em uma quantidade muito pequena. Cada simulador possui características diferentes e o conteúdo pode ser personalizado de acordo com a necessidade do contratante.

A percepção e a assimilação por parte dos profissionais são maiores e mais fáceis comparados aos treinamentos convencionais, segundo Arbache. “Um dos principais motivos para isso acontecer é a simulação do ambiente profissional com o uso da inteligência artificial”, diz o diretor.

O executivo diz que os simuladores ajudaram a treinar colaboradores do Ministério Público, do Instituto Militar de Engenharia e do Alto Comando da Marinha do Brasil. Além destes, os simuladores foram usados em treinamentos de inteligência de mercado na IBM e durante o redesenho dos processos do setor de projetos de TI da empresa farmacêutica Roche, além de outras companhias.

De acordo com os testes e estudos da consultoria que desenvolveu estes games, uma hora de treinamento por meio do simulador equivale a 5 horas de treinamento convencional. O custo médio é de R$ 1.800 para cada hora de treinamento com os softwares de inteligência artificial.

Hoje, a consultoria possui enfoque no desenvolvimento de simuladores que ajudem a enfrentar os desafios econômicos em mercados instáveis, principalmente durante crises financeiras mundiais.

Fonte: Exame.com

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Área de Recursos Humanos: eliminar ou inovar

Marco Antonio Lampoglia
Diretor da Active Educação e Desenvolvimento Humano

Recentemente, tive a oportunidade de participar de um simpósio – patrocinado pela Society for Human Resource Management (www.shrm.org), entidade que congrega 225 mil associados – com estudiosos de Gestão de Pessoas e debatemos sobre o futuro da área de RH. Gostaria de compartilhar com o leitor uma síntese das discussões, para que possa refletir e analisar o momento de mudanças que estão acontecendo em inúmeras organizações espalhadas pelo mundo, inclusive aqui no Brasil.

Na seleção de pessoas foi dada a importância para encontrar pessoas que tragam atitudes exemplares e que se sintam desafiadas por problemas e que queiram contribuir por conta própria para a solução. A seleção inteligente de pessoas deve levar em consideração o objeto da paixão do candidato e muitas empresas citadas selecionam de acordo com valores e atitudes e não segundo seus conhecimentos e sua experiência no ramo.

A seleção de pessoal deve ser feita por equipes locais e não pelos chefes e especialistas de RH. Quando se quer um excelente desempenho, os colaboradores preocupam-se demais com os colegas e, assim, identificam-se mais fortemente uns com os outros. Empresas citadas como Google, Egon e a brasileira Semco, os candidatos submetem-se a várias entrevistas em grupo ou conversas individuais para que o time tome a decisão. Um diretor executivo da Google foi citado dizendo: “Aqui na Google eu não tenho sequer o poder de contratar a minha secretária. Assim como todos os funcionários, também ela deve ser selecionada pelo time”.

Outra discussão foi que as atividades das empresas associadas ao planejamento de carreiras, por exemplo, atualização de perfis por competência (altamente burocrático), seja inteiramente eliminada. Acredita-se que colaboradores talentosos direcionam as suas carreiras ao seu modo, não se deve planejar e organizar de modo patriarcal as carreiras das pessoas. O que vale dizer que a burocracia dos RH tornou-se tão excessiva que os processos tornaram-se insustentáveis na maioria das organizações. Portanto, todo o processo de carreira tem que estar nas mãos do funcionário.

Outro tema muito discutido foi que organizações ainda tayloristas dão muito valor aos treinamentos presenciais e à distância sem aplicabilidade prática e às avaliações de aprendizagem com resultados mensuráveis para a confirmação das competências adquiridas ou desenvolvidas – principalmente para treinamentos comportamentais. Os métodos aplicados por especialistas dentro das empresas e, principalmente, por treinadores externos (consultorias) são pouco aplicáveis à realidade das organizações, tornando-se questionáveis na maioria dos casos.

A formação e o treinamento têm que promover a experimentação prática, o feedback e as reflexões críticas e desafiadoras para isso. É fato que nós aprendemos muito mais quando discutimos nosso trabalho com outras pessoas, tomamos decisões relevantes por nossa conta e ficamos sabendo pelos outros se o que decidimos foi certo ou errado. “O melhor treinamento é aquele que é seguido diretamente por ações que apliquem a capacidade aprendida e apreendida”. Em algumas empresas pioneiras também se utiliza para a promoção de talentos um “modelo de mentores” que independe da função do RH e da hierarquia de comando: colaboradores novos nas funções ou recém-ingressados são assessorados por mentores e não chefes, que são coresponsáveis pelo desenvolvimento do funcionário (o Grupo Algar faz isso muito bem).

Os departamentos de RH em muitas empresas no Brasil ainda analisam necessidades de treinamento, administram perfis de competência, exaltam determinados fornecedores de treinamento que não agregam valor prático e mensurável e administram orçamentos de treinamentos restringindo a responsabilidade de gestores e equipes e centralizam as decisões de modo inadmissível. O princípio é elaborar um plano de ação individual de treinamento que contenha ações treinadas por mentores e pelos próprios colegas de trabalho. O treinamento, portanto, deve ser executado por colegas para colegas de trabalho. Na Dell, a maioria dos treinamentos é ministrada pelos chefes resultando em um grande aprendizado pelos gestores e especialistas que ensinam e aprendem métodos e metodologias que passam por uma seleção rigorosa. Treinamentos adquiridos externamente devem ser assumidos e pagos pelos próprios gestores e equipes. O departamento de RH pode prestar no máximo assessoria para identificar quem melhor possa oferecer o serviço.

Segundo os participantes do referido simpósio o taylorismo está sendo deixado para trás e a área de Recurso Humanos deve estimular a autorealização, o crescimento pessoal e o prazer com o trabalho e que deem uma contribuição social inovadora o que é uma meta relativa. Alguma novidade para você, leitor, nesse contexto?

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Vagas de emprego na area de RH do site OEmprego.com.br

Líder De Equipe De T – Rio de Janeiro/RJ – 17/04/2012

Coordenador De Recursos Humanos – Curitiba/PR – 16/04/2012

Consultor Interno De Rh – Curitiba/PR – 16/04/2012

Assistente De Rh R$ 1.300,00 – Porto Alegre/RS – 11/04/2012

Aux. Depto. Pessoal R$ 1.400,00 – Guarulhos/SP – 10/04/2012

Psicólogo Clínico – Chapecó/SC – 09/04/2012

Supervisor (A) De Recursos Humanos R$ 2.600,00 – Colombo/PR – 02/04/2012

Gerente De Recursos Humanos – / – 23/03/2012

Assistente De Rh R$ 1500,00 até 2000,00 – Chapecó/SC – 21/03/2012

Psicóloga/recrutadora – Curitiba/PR – 15/03/2012

Analista Senior De Recursos Humanos – Rio de Janeiro/RJ – 08/03/2012

Op. De Empilhadeira (13 Toneladas) – Macaé/RJ – 07/03/2012

Motorista Cat. “d” – Macaé/RJ – 07/03/2012

Chefe De Seção E Chefe De Crediário – Macaé/RJ – 07/03/2012

Recepcionista – Macaé/RJ – 07/03/2012

Analista De Folha (Dp) – Macaé/RJ – 07/03/2012

Téc. Em Enfermagem Do Trabalho – Macaé/RJ – 07/03/2012

Aux. Depto. Pessoal R$ 1.000,00 – Guarulhos/SP – 05/03/2012

Diretor Recursos Humanos – Manaus/AM – 29/02/2012

Recursos Humanos – Braço do Norte/SC – 13/02/2012

Gerente De Rh R$ 4.000,00 – São Paulo/SP – 07/02/2012

Técnico De Rh – Blumenau/SC – 27/01/2012

Recursos Humanos R$ 1000,00 até 1500,00 – Caruaru/PE – 23/01/2012

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Vaga de emprego Menvie: Programador PHP

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A equipe é a alma do negócio

As empresas que se propõem a prestar um serviço diferenciado devem obter da equipe muito mais do que apenas as horas de trabalho. Precisam conquistar a alma e o coração de cada colaborador.

Liderar uma empresa exige bem mais do que ser um bom empreendedor ou administrador. O líder precisa de uma equipe de trabalho com a qual realmente possa contar. Um pré-requisito para isso é aprender a transmitir, ouvir, sensibilizar, respeitar, cobrar e motivar. Tudo na dose e tempo certos. Um desafio e tanto.

As empresas que se propõem a prestar um serviço diferenciado devem obter da equipe muito mais do que apenas as horas de trabalho. Precisam conquistar a alma e o coração de cada colaborador. É a partir desta entrega que os diferenciais se revelarão na forma de novas ideias ou na busca permanente de melhorar as atividades rotineiras, com mais agilidade e qualidade.

Não existe uma fórmula padronizada para que a empresa consiga este nível de comprometimento das pessoas. Mas, certamente, quanto mais os colaboradores estiverem próximos dos objetivos finais do negócio, maiores serão as chances de sucesso deste conceito. Boa remuneração, segurança e benefícios não podem ser esquecidos, mas certamente não são somente eles que tornarão uma equipe unida e diferenciada.

As pessoas precisam se sentir efetivamente participantes do processo e, para isso, precisam conhecer o mercado, os clientes, os números da empresa, os demais players etc. Ou seja, os colaboradores precisam ser cobrados a sair da rotina para se desenvolverem e se tornarem pessoas de negócios. Sem essa motivação, a empresa será igual a tantas outras.

Como gestor há 16 anos de uma empresa de tecnologia e serviços, conheço, de fato, a importância de uma equipe diferenciada para a evolução dos negócios. São eles que estão em contato direto com cada processo, problema e oportunidade. Se tiverem a visão ampliada e se sentirem convocados a participar, certamente terão as melhores propostas para cada assunto. Pessoas que não mostram interesse por este papel não têm espaço em nossa equipe.

Para os líderes, sugiro que tragam os colaboradores para dentro do negócio. Não estabeleçam nenhuma meta e não definam nenhuma ação sem contar com a participação de parte representativa da equipe. Desta forma, todos se sentirão responsáveis por qualquer decisão que seja tomada e você poderá dizer que lidera uma empresa diferenciada.

Rafael Rojas Filho, sócio e diretor comercial da Target Solução em Distribuição

Fonte: Administradores

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